2. Jesus não negou ser bom. Outros textos também afirmam a perfeição de Jesus que viveu sem pecado (Hebreus 4:15; 1 Pedro 2:22) quando cumpriu sua missão de mostrar a bondade de Deus para o mundo pecador (João 3:16; 10:11; Romanos 11:22).
3. A pergunta de Jesus não serviu para negar a afirmação do jovem rico. Serviu para destacar a autoridade daquele que logo em seguida exigiria dele um sacrifício difícil. Se este jovem refletisse sobre o significado das suas próprias palavras, a confissão que Jesus é o Bom Deus, ele não teria desculpa ao rejeitar as instruções do Senhor. O mesmo Deus que revelou no Antigo Testamento os mandamentos que este homem guardava a vida toda (“Não adulterarás, não matarás, não furtarás”, etc.) agora diria: “Vende tudo o que tens, dá-o aos pobres e terás um tesouro nos céus; depois, vem e segue-me” (Lucas 18:22). O jovem precisava reconhecer que estava naquele momento diante do Bom Deus.
4. Em outras ocasiões, Jesus falou coisas semelhantes. Ele disse: “Ao Senhor, teu Deus, adorarás, e só a ele darás culto” (Mateus 4:10), não para negar a sua divindade, e sim para negar a sugestão do diabo. Ele pagou o imposto do templo, mas não negou ser Filho do dono da casa (Mateus 17:24-27). Ele perguntou aos apóstolos: ”Mas vós,... quem dizeis que eu sou?” (Mateus 16:15) não por causa de dúvida sobre a sua divindade, mas para chamá-los ao compromisso necessário para suportar o que viria pela frente (Mateus 16:16; cf. 16:21-26).
Jesus é bom. Ele é divino. Ele merece a nossa adoração e obediência!
jesus te ama
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